segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Feriado na Capital Nacional

Mais um feriado prolongado na bela capital brasiliense. Sempre fico animado nas vésperas dos quatro dias que o antecede, mas quando ele chega vem acompanhado da melancolia e da pergunta: O que fazer?

Esse sentimento se agrava ao sairmos nas largas avenidas e termos a impressão que estamos em uma cidade fantasma. Ligamos para um amigo, o mesmo não pode atender tá na praia, ligamos a outro e o celular desligado. Somos dominados por um leve desespero de que somos os únicos habitantes remanescentes do Quadrilátero Cruls. E porque nem todos fogem? Por diversos motivos: dinheiro, estudos...

Se você está como eu, na Capital, vamos aproveitar as vastas opções que Ela nos oferta: Shopping, bar e claro... o sol e céu azul desacompanhado de mar. Bom feriado!!! Caso fique em casa com uma companhia agradável, fica a dica: Séries: Dr. House, Prison Break, CSI e Filmes: sem lista, sou cinéfilo, filmes é sempre bom. 
                                                                                          Alessandro R.S.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Hoje acordei meu Zé Pequeno

Quem não conhece o personagem do filme nacional Cidade de Deus? Pois é, hoje acordei meio Zé, com vontade de dominar o mundo, revoltado com tudo e com todos, de sair ai "sentando o dedo", tive insônia, peguei no sono na hora de acordar para a labuta diária, assistindo o jornal da manha, o assunto era a nossa bela política, que me envergonha, como eu estava "virado no tetel" a vontade que deu foi de aplicar a lei: olho por olho dente por dente. Roubou corta a mão, dinheiro na cueca corta o... ops. calma Zé Pequeno! A vontade era de sair correndo, mas o Zé não se esconde, ele logo fala: "Eita país de manda-chuvas cheio de mãos e luvas, tem sempre alguém se dando bem de São Paulo a Belem". Fazem 122 anos que a escravidão acabou, mas ainda a vivemos, a diferença é que, a de 1888 era para negros, a de hoje é para brancos, amarelos e coloridos, somos escravos da política, da imprensa, do desemprego, da violência e ainda sorrimos porque eles nos dão cesta básica, vale gás e futebol na televisão. Nós como sócios minoritários dessa falida democracia temos que fechar esse país, e abrir com um novo nome, pois o atual é Esperança, palavra que significa: esperar com confiança e é isso que fazemos a mais de 500 anos E como novo sócio Majoritário seria indicado Deus. Sai de mim Zé Pequeno! Vou acabar sendo preso. (risos)
                                                                                    Alessandro R.S.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Surpresa


Vivemos em busca de surpresas, mesmo que sejam ruins, não somos estáticos, mas dinâmicos e são elas que impulsionam a vida. Quando viajamos, olhamos o mundo com os olhos de crianças, tudo nos surpreende: paisagens, culturas, pessoas, sabor da comida...
Lembro da minha infância em que todo dia nascia recheado de emoções, entre elas, alegria de ganhar um brinquedo ou quando não o tinha, as surpresas eram feitas no imaginário, onde o quarto virava nave espacial e o pijama roupa de astronauta. Nessa época as surpresas não tinham limites.
Chegamos à fase adulta achando que surpresas verdadeiras são “faraônicas”... pedido de casamento, nascimento do filho, ganhar na loteria. E por muitos terem essa filosofia, passam a vida sem ter surpresas. O segredo está no olhar, isso mesmo, olhar o mundo com olhos de crianças. Para a psicanalista Betty Milan, podemos tanto olhar sem ver nada quanto se maravilhar, uma capacidade de criança que o adulto precisa conquistar. O olhar lançado ao seu companheiro pode ser tão surpreendente quanto contemplar um monumento histórico. A música do Restart pode ser tão boa quanto a música dos Ramones que você escutava quando criança. Ops. Isso é forçar a barra eu confesso (risos).
Faça sua surpresa com sua forma de olhar, surpreenda-se hoje. Fale com seu amor que o ama olhando nos olhos e surpreenda-se com a resposta e as atitudes que virão. Hoje surpreendi meu sobrinho o convidando para brincar na rua, e ele, foi vestido de batman, em contrapartida tive a surpresa de lembrar o tanto que é bom usar a imaginação e viajar em segundos a Gothan City.
                                                                                               Alessandro R.S.

Fechem o Caixão



Quero começar este artigo vos relatando algo no mínimo interessante.
No mês de dezembro do ano passado [2007], não recordo bem o dia exato, estava eu conversando com uma irmã de outra denominação, que não tem vínculos de intimidade comigo, nem com minha família. Era a terceira vez que nos víamos e no meio da conversa ela me chamou a atenção e disse: o Senhor fará uma mudança radical em tua vida e em teu ministério, mas antes Ele vai levar um de teus filhos.
Dia 12 de fevereiro meu filho Ismael estava em seu quarto sentadinho em sua cadeirinha, quando de repente seu coração parou.
Minha esposa o levou ao hospital, mas ele já estava dormindo para o Senhor. Os médicos tentaram reanimá-lo, mas ele não voltaria mais. Eu estava no estúdio quando minha esposa ligou, e ao chegar no hospital, me ajoelhei aos pés dela e lhe disse que já sabia que isto iria acontecer, pois o Senhor já tinha me avisado.
Por ser minha esposa o meu lado mais sensível, decidi não lhe contar nada, pois certamente ela sofreria antecipadamente.
O velório foi algo indescritível e até hoje as pessoas que lá estiveram, comentam sobre o evento. A Bíblia diz que há festa no céu quando morre um justo, mas daí a dizer que é possível sentir a alegria desta festa aqui na terra já é demais. Mas foi o que aconteceu.
Porém, eu não vou me deter no decorrer do velório e sim ao final dele. A hora em que tive que dar a ordem mais importante do momento; e a ordem é essa: fechem o caixão.
Embora uma dor indescritível que penso eu poder ser comparada ao gemido inexprimível do Espírito Santo tivesse tomado todo o meu ser, eu ainda tive que ministrar o louvor no velório (prova essa que eu jamais pensei em passar) ainda assim, apenas um pensamento norteava o meu ser. E o pensamento era este: um dia alguém dirá, fechem o caixão e quem estará dentro serei eu. Este pensamento não sai mais da minha cabeça, todos os dias eu penso exatamente a mesma coisa, quando vou sair para o trabalho, eu penso, quando vou dormir, eu penso, quando vou ministrar eu penso e mesmo agora que eu estou escrevendo este artigo eu ainda penso desta forma. Por isso decidi levar uma vida mais intensa e reta diante de Deus. Um sentimento estranho de urgência palpita em meu coração, enquanto me apresso para fazer as coisas que o Senhor me deu capacidade. Resolvi finalmente mergulhar no sobrenatural de Deus, pois acredito que a morte do filho de Deus não serviu apenas para cumprimento da palavra do Senhor, mas também para mostrar aos discípulos que à vontade de Deus é sempre cumprida.
A partir de 12 de fevereiro, comecei a louvar ao Senhor com muito mais certeza de sua presença em minha vida e na vida da igreja.
Lembrem-se disto: o Senhor não mandou que a irmã me perguntasse a respeito da possibilidade de levar meu filho; muito pelo contrario, Ele mandou que ela apenas me comunicasse.
A impressão que tenho em meu coração é de que o Senhor ao levar meu filho, deixou para mim um espírito de coragem para enfrentar o gigante.
Agora entendo a força que impulsionava os discípulos, e com a mesma força sigo eu desesperadamente em direção ao mar da grandeza de Deus, anunciando a sua majestade e benevolência.
Portanto quero eu deixar um recado para aqueles pastores soberbos, músicos rebeldes, compositores insolentes e aos ?grandes ministérios?, não gastem o vosso tempo brigando com os seus irmãos e nem tão pouco com a igreja do Senhor, pois logo chegara à hora em que alguém fechara o caixão com você dentro. - Parem de brigar com seus filhos, seus maridos, suas esposas e seus subordinados. Disse Jesus: o maior tem que tornar-se o menor. Meu conselho aos músicos é o seguinte: quando vocês forem tocar para o Senhor, toquem como se fosse a ultima vez, pois amanhã podem fechar o caixão, e será você que estará dentro dele.
Para encerrar quero dizer que tenho consciência de que muitas vezes, ofendo as vossas inteligências quando falo de alguns ministérios conhecidos, porém minha mais profunda intenção é de lembrar-vos que grande na igreja é Jesus, o resto é pó da terra incluindo você e eu.
Deus vos abençoe.
                                                                                                  Alexandre Malaquias

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Estagiário do século XXI


No mês pretérito fui ao banco, uma estagiária veio ao meu encontro (não vou dizer o curso, vão dizer que é perseguição da minha parte - risos).
- Bom dia Sr.! No que posso ajudar?
- Bom dia! Vim pegar o contrato y.
- Seu nome por favor.
- Alessandro.
- Com X?
- Não. Com dois S.
- Prontinho. Desculpe a demora, fui digitar um recibo com o seu nome.
Ela escreveu meu nome com os dois S: aleSandroS. Ao menos ela era muito bonita.
E viva o Brazillll dos Tiriricas.
                                                                         Alessandro R.S.

domingo, 3 de outubro de 2010

Contraste amoroso

O que leva duas pessoas tão parecidas, se confundem até com almas gêmias, serem ao mesmo tempo tão diferentes? Oxalá equidistante. A resposta pode ser a diferença de religião, diferenças de família, ou até a diferença na cama - entendam como quiserem (risos) - Uma pesquisa conduzida pelo psicólogo Chris Fraley da Universidade de Illinois chegou a conclusão que, as pessoas tendem  a sentir atração por quem parece com elas próprias, ou com seus pais, embora ninguem queira admitir a realidade, ou seja, nosso cérebro tende a "gostar" daquilo que lhe parece mais familiar. Escrevo não para explicar esse contraste, pois não tenho resposta, prometi para uma pessoa especial que escreveria. Aff hoje não escrevi "nada com nada" esse assunto é muito complicado (risos). Talvez a diferença seja simplesmente porque um é homem e outro é mulher. Ops não sou a favor do homossexualismo. Dedico esse texto para meus únicos 4 leitores: Eu, Erickinha, Sarinha e Pedro rsrsrs.
                                                                                        Alessandro R.S.

sábado, 2 de outubro de 2010

Uma esmola pelo amor de Deus.

Saí de casa nesse sabado chuvoso a um restaurante. Em uma das dezenas de sinais da cidade parei o automóvel. Distraído pela bela música - Pearl Jam yellow ledbette - uma pessoa bate no meu vidro, o que me deu um susto, e estende um boné pedindo moedas. O meu lado cristão falou para dar, o de cidadão não. O que passava na cabeça daquela criatura
? Talvez seria algo mais ou menos o que o Ao Cubo diz em uma de suas verdades: "Quem são esses seres que me olha bem no olho, disfarçam que não me viram para não enchugarem o meu choro". Fiquei pensando qual a diferença entre Eu e Ele: Status... o carro...ir almoçar no restaurante... talvez ter um blog (risos). Naquele momento nao vi nenhuma diferença, poderia ser eu do outro lado do vidro. Que culpa aquele ser tem de não saber o significado de afeto e amor, não conhecer o pólen e as pétalas da rosa, mas os espinhos da flor. Amanha é as eleições, pensem nessas criaturas que nao pediram para nascer, e nem tiveram a sorte de ser as escolhidas para nascer no "berço de ouro", o voto pode sim mudar essa situação. Ha não respondi se eu dei a esmola...O cristão venceu o cidadão.
                                                                                               Alessandro R.S.