sábado, 11 de dezembro de 2010



Minha inspiração para escrever?

- Há um silêncio dentro de mim, e esse silêncio tem sido a fonte de minhas palavras.
Alessandro R.S.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Sentimentos

Sim!! É verdade.
Vi a alegria em um romance com a tristeza.
Vi o mar, e percebi que ele tem uma energia que acalma.
Vi a morte, e senti a maior tristeza que pode existir.

Tive o coração em gotas, e os olhos em lágrimas.
Tive medo do futuro, do passado e do presente.
Tive pesadelos e sonos mal dormidos.

Vivi romance e dramas e conclui que tudo passa.
Vivi para mim mesmo, onde o egoísmo era rei.
Vivi para o cristianismo, onde o próximo era o rei.

Percebi que amigos nunca são demais.
Percebi que muitos não entendem o que quero dizer.
Percebi que perdi momentos incríveis por medos.

Senti que a música é uma das grandes maravilhas do mundo.
Senti muita solidão mesmo em meio a amigos.
Senti as dores do mundo de hipocrisia.

Orei sem ter voz e nem palavras, apenas sussuros.
Orei para pegar no sono em meio ao caos.
Orei para que a noite passasse e o dia nascesse.

Perdi noites em claros a estudar.
Perdi passeios para alcançar objetivos.
Perdi o sentimento de frustração quando alcancei o que queria.

"Ouça-me bem amor. Preste atenção. O mundo é um moinho. Vai triturar teus sonhos tão mesquinhos. Vai reduzir as ilusões a pó" (Cartola)

Alessandro R.S.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Boca vermelha

Essa semana a revista Veja trouxe uma reportagem sobre o poder da boca vermelha. Um estudo inglês chegou a conclusão que: os lábios sem batom prende a atenção de um homem por 2,2 segundos, batom rosa por 6,7 segundos e batom vermelhos por 7,3 segundos.
Quando o homem olha para o rosto de uma mulher, ele passa 73% do tempo olhando para as lábios. Nesse momento chego no ponto que quero comentar.  A reportagem diz que as mulheres dispensam apenas 30% de atenção aos lábios, o que comprova que as mulheres nunca se arrumam na forma que os homens gostam, mas na forma que as outras mulheres adimiram.
Segundo a Equipe da pesquisa, os homens são hipnotizados por lábios grossos. Os finos porém, podem podem ganhar uma mãozinha do cosmético, quando pintados, recebem 40% mais atenção.

Fonte: Veja

Alessandro R.S.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Sonho

Esta noite eu tive um sonho,
queria ter dormido a eternidade.
Ele foi tão carregado de emoções.
Não sei quanto tempo durou.
Minutos? Segundos? Não sei.
Só queria que tivesse sido uma eternidade.
Nada é eterno.
Ao acordar percebi que uma pequena lágrima
tinha transbordado do meu olho esquerdo.
Percebi que não tinha sido um sonho,
mas um pesadelo.
Sim! Um pesadelo.
O personagem principal do sonho se foi.
No sonho ele era real.
Na vida real, não mais.
Alessandro R.S.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Tudo misturado. Sexta feira. Feriado. Natal...

Chegou a sexta! E essa é especial, pois na terça é feriado distrital e o Governador assinou ponto facultativo na segunda, entao serão quatro dias de descanço. Mas... o que fazer? Talvez ir a Goiânia e Anápolis, ai penso que tenho muito conteúdo a estudar. Dormir um pouco, isso com certeza. Lembro que preciso visitar um amigo e é aniversário de outro, irei a comemoração, acho que será com boliche regado a risadas. Não posso esquecer do ensaio com a banda e de terminar uma série de televisão que comecei, tenho que saber o que acontecerá com o Justin. É eu sei, é uma série de "mulherzinha", mas já assisti todas as outras, só me resta ela (risos). Direito tributário deverá ser minha oração, se eu tiver forças para os livros. Sim André! tentarei passar uma base de contabilidade para você, mas só na terça. Não gosto desse clima de natal. O povo fica num frenesi para as compras, e com a hipocrisia de fazer o bem. Sendo assim, cinema nem pensar, não tenho paciência de procurar estacionamento nessa época e nem de esbarrar em sacolas de comprar. Há hoje ainda é sexta, tenho que trabalhar, e honrar os tributos dos cidadãos. Bom fim de semana! Bom feriado a quem o tiver!

sábado, 20 de novembro de 2010

Diário de sábado

Esse blog nunca teve a pretenção de ser um diário, e nunca terá, pelo contrário, é para escrever sobre o que gosto e sobre tudo o que vejo, da forma que vejo.
Escrevi a uns dias atrás uma frase de uma série de televisão que diz: "Nem todos os negócios podem ou querem ser salvos, as vezes é preciso abrir mão". Hoje uma mensagem de celular veio a comprovar isso, como um último suspiro de que podíamos acertar as coisas. Infelizmente não era a mensagem que esperava. Mesmo depois de ter dito coisas que acho que escondia até de mim mesmo. Mas... ela veio disfarçada do mesmo silêncio que foi escutado por duas semanas. A culpa não é de um torpedo e sim do medo das fraquezas que existem em nós, que nos impede de falar as coisas certas na hora certa. Das duas opções dada naquele dia, vou ficar com: "as vezes é preciso abrir mão"
Sou pré-disposto à diabetes, hoje fiz exames de rotina chamado de glicêmica onde tenho que ficar tirando sangue de meia em meia hora, tivemos problemas para encontrar minhas veias, que são profundas e finas. Estou com o braço todo furado e dolorido, com certeza eu não serveria para ser drogado, dos que aplicam na veia (risos), entao vou parar o texto por aqui e fazer duas coisas que amo: cooper no parque e cineminha básico.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Rumo ao Auditor - Taxman

Me deixe dizer quanto será
É um para você, dezenove para mim
porque eu sou o Auditor
sim, eu sou o Auditor

Cinco por cento parece pouco?
Agradeça por eu não tomar tudo
porque eu sou o Auditor,
sim, eu sou o Auditor

Se você dirigir um carro, eu taxo a rua
Se você tentar sentar, eu taxo o assento
Se você ficar com frio, eu taxo o aquecimento
Se você for caminar, eu taxo seus pés

Porque eu sou o Auditor
Sim, eu sou o Auditor

Não me pergunte para que eu quero
Se você não quiser acabar pagando mais
Porque eu sou o Auditor,
Sim, eu sou o Auditor

Agora meu conselho para quem morre
Declare os centavos nos seus olhos
porque eu sou o Auditor,
sim, eu sou o Auditor
E você não trabalha a não ser para mim.

                                   (George Harrisson) Tradução Livre